Babu versus Pyong (ou Ilmar versus Marcos): paredão feelings...


Um paredão que certamente irá bater os recordes de votos. Um paredão que, a meu ver, vai definir o campeão do BBB 20 (desconsiderando Rafa, que é café com leite nessa disputa). Particularmente, torço pelo Babu; já votei à beça pela eliminação do Jaime, el mago, mas reconheço a superioridade de Pyong no que diz respeito à votação. Estranhamente, apesar da grande repercussão popular girar em torno de Babu, Pyong Lee acirra a votação, de acordo com as pesquisas estatísticas. Esse paredão me fez lembrar um do BBB 17, disputado entre o doutor Marcos e Ilmar, o Mamão. Paredão feelings... bad feelings. 


Na ocasião, Ilmar havia sido mega injustiçado pelo, até então, seu best friend Marcos. Ilmar chegou a bater de frente com Emily (que viria ser a campeã) e aí que sua caveira foi feita mesmo. Marcos já havia cometido uma série de ações, digamos, equivocadas; gostava de bater no peito que não sairia em paredão algum, se sentindo o dono da casa. E, mesmo com toda sua soberba, o povo (vulgo galera do sofá) o idolatrava. No paredão contra o Mamão, cheguei a vislumbrar com esperança que Ilmar permaneceria na casa. Me lembro de ter votado bastante, participado de mutirões, etc. Cheguei a dizer que o campeão sairia daquele paredão. Acredito que Marcos teria sido o campeão da edição não fosse o imbróglio com Emily. No paredão contra Ilmar, dos 112 milhões de votos, Ilmar saiu com um pouco mais de 55 por cento. Foi doído.

O perfil de Pyong, no que diz respeito à arrogância e até mesmo à manipulação psicológica das mulheres, se assemelha bastante ao de Marcos. Babu já tem mais a cara do povão, assim como Ilmar tem. Daí vocês, naturalmente, devem se indagar: se o BBB é o ópio do povão, por que participantes como Ilmar e – provavelmente - Babu não saem vitoriosos em embates como o de hoje? A única resposta possível, no meu entender, é: money e influência. Quem tem $$ pra investir no BBB, leva. Marcos e Pyong armaram um esquema tático de primeiro mundo para vencerem seus possíveis paredões. A autoconfiança que eles gritam aos quatro ventos, na verdade, se resume à seguridade que estabeleceram aqui fora. Eles sabem que é quase impossível vencê-los. Pyong chegou a admitir hoje, no programa, que se possui “todas as ferramentas” para eliminar quem quer que seja no paredão. Soma-se isso ainda à cultura fálica e que prestigia o branco, pronto: faca e queijo na mão. Vale a pena investir pesado assim no BBB? Ora, claro que vale. Quem pode, pode. É muito duro admitir essa realidade, mas hoje, diante desse histórico, é quase certo de que iremos nos despedir do paizão Babu.

Isso não significa que perdi a esperança. Continuarei votando aqui, principalmente durante a edição. Se quebrarmos esse paradigma movido pelo poder monetário e pela influência de certos participantes como Marcos e Pyong, a permanência de Babu será comemorada para além dos motivos óbvios; o seu “fico” se tornará um marco na história do BBB e ditará novos rumos nas próximas edições, mostrando que sim, a voz do povo DEVE ser a voz de Deus.

     VOTEMOS! ATÉ O FIM! #FICABABU  #FORAPYONG

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