Hey, brothers!
O BBB 20 já está no ar há pouco mais de 01 mês e ainda temos 15 (!), yeah, fucking 15 brothers no páreo. Prevejo Boninho cometendo "genocídio" em uma das semanas finais da edição, com direito a muito sangue e cabeças rolando pelo gramado. Mas enquanto o Seu Lobo não vem e o Babu continua tendo de ficar sentado no chão da sala porque no sofá há mais bbb's que ácaros, sigamos com a programação porque o meu bolão ainda está vivo e temos muito
pano pra manga. E por falar em pano, para quem você já passou pano no BBB, hein? E
quem você já cancelou?
Pois
é, nunca antes essas duas expressões estiveram tão em alta nas redes sociais. A
cultura do cancelamento versus aquela passada básica de pano (ou as duas juntas
ao mesmo tempo, não necessariamente se excluem) tem dado o que falar, e não só
em relação ao BBB. E nos conduz a uma reflexão que é bem pertinente: até que
ponto você, cara pálida, vai continuar batendo martelo no tribunal virtual? Até
que ponto você se acha no direito de trancafiar alguém e jogar a chave fora ou,
do contrário, libertar o sujeito infrator com justificativas rasas, calcadas
apenas no seu egocentrismo?
“Quem
não tem teto de vidro”... (será que o Daniel “Sabugosa” saberia terminar esse
ditado?) e a gente segue é mesmo na cultura da hipocrisia. Ligar o modo
“condenar / absolver” cansa. É um tanto de gente sem fim pra cancelar e passar
pano que Deus do céu. Não damos conta disso e nem ganhamos o montante que um
juiz ganha pra assumirmos essas funções. By the way, alguém aqui já cancelou o
Moro hoje?
A
última coisa que cancelei na vida foi a TV por assinatura. Pessoas dão defeito,
às vezes encarecem demais, ou barateiam a ponto de perder completamente seus
valores. E o mais incrível disso tudo é observar todo esse fenômeno, essa montanha
russa que é o ser humano. Entendeu por que o Big Brother faz tanto sucesso? Então agora
sem mais blá blá blá, vamos às análises dos “guerreiros”, heróis que
possivelmente serão os únicos sobreviventes à epidemia do coronavírus e serão
responsáveis pela perpetuação terrestre.
Que
até o momento Pyong e Prior antagonizam entre si e protagonizam a edição, isso
é inquestionável. Pyong tem um rival improvável, ao ver dele. Quem diria! Chegamos
a vislumbrar embates intelectualmente épicos entre Pyong e Petrix, oh! Só que o
Px deu pt e a coisa começou ir de mal a Prior. Felipe “Coringa” era de fato só
o coringa do jogo. Hoje essa versão alternativa encabeça lista de favoritos a
levar o prêmio e elegeu Pyong como o homem a ser batido e a ser azucrinado. Os
dois se engalfinham em um jogo de constrói/destrói interminável. “Tá vendo
aquele paredão, moço? Ajudei a levantar”, diz Pyong, parafraseando Zé Ramalho em
um de seus sucessos, “Cidadão”. E na contramão vem Prior como um trator,
derrubando toda e qualquer obra erguida pelo coreano-brasileiro. Mas Jaime
(sim, esse é o nome do Pyong) é incansável e, tijolo por tijolo, cria muros e
pontes convenientes para sua passagem saltitante. Prior, nada sutilmente, liga
o “foda-se” e bombardeia as pontes mesmo que ele também esteja sobre elas!
Desde que leve Jaime junto para a fossa, ok, bora. Curiosamente, o kamikaze do
jogo não é um asiático, mas um arquiteto de SP cujo pai “sempre lutou para que
ele tivesse tudo, e ele não tem nada” (by Prior) (?).
Com
a despedida programada da Pink Mouth (programada porque nada me tira da cabeça
de que sua própria família e assessoria ajudaram a providenciar sua eliminação
em nome de sua imagem e do seu marketing aqui fora), alguns pedestais balançam
dentro da casa mais vigiada do Brasil. “A lógica deu o fora”, disse Leifert, em
um ótimo discurso de eliminação, vale dizer (quando ele acerta merece ser
elogiado, tadinho. Não briga com ele, Marquezine). Enquanto isso, Flay continua
com seu slogan bíblico dos humilhados que serão exaltados; a Missionária Rafa
vai intensificar suas orações para a glória do Senhor e Manu continuará na labuta
de sua fabricação de memes irresistíveis (compre um, leve três a cada frame).
Gabizinha vtzeirazinha tenta dar seu últimozinho airtimezinho com a historinha
da Boquinha Rosinha com seu principezinho sob a barraquinha, e essa imagenzinha
que não sai da cabecinha delazinha quando ela toma seu gorozinho, tadinha. E o
Gui, até então príncipe da Disney, passa a ser cotado pelo Papa para receber a
canonização e virar São Napolitano, o santo dos homens que aturam lágrimas
vtzeiras no diminutivo em tempo constante.
E
aí, alguém vai botar água no feijão do Babu hoje? Queremos treta. Gosto disso,
viu, Vitor Hugo? Mas nem só de treta vive o telespectador. Que este BBB continue
também levantando pautas e reflexões. E menos cancelamentos e passadas de pano.
Porque todo carnaval tem seu fim (já ouviram essa música hoje?). E todo
carnaval vira cinza na quarta-feira. A Boca Rosa que o diga.
Semana que vem
tem mais. Até!




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